Rúben Amorim explica a gestão alienígena de Gyökeres: ‘Alguém responsável que lhe diga que qualquer dia se parte todo’

Após o emocionante empate a duas bolas com o FC Porto, Rúben Amorim, treinador do Sporting, defendeu as suas escolhas táticas na conferência de imprensa no Estádio do Dragão. Questionado sobre a influência decisiva dos jogadores que vieram do banco, Amorim falou sobre as razões que o levaram a deixar Viktor Gyökeres, uma das estrelas da equipa, de fora do onze inicial.

“Agora é muito fácil“, começou por dizer Amorim, refletindo sobre as críticas às suas escolhas iniciais. Ele explicou que a decisão de não começar com Gyökeres se deveu a preocupações com a saúde física do jogador. “O Viktor não jogou [de início] porque tem de ter alguém responsável que lhe diga que qualquer dia parte-se todo“, revelou o treinador, sublinhando a sua política de precaução para proteger os atletas que não estão a 100%.

Amorim também elogiou o impacto que os suplentes tiveram no jogo, destacando Nuno Santos por trazer fluidez e velocidade ao corredor e Marcus Edwards por um momento decisivo. “Acabou por correr bem“, admitiu, refletindo sobre a dificuldade de alterar a equipa inicial, mesmo com o benefício da retrospetiva.

A estratégia de Amorim demonstra um equilíbrio entre a preservação física dos jogadores e a busca por um resultado positivo, um dilema constante para os treinadores no futebol de alta competição. Este jogo, certamente, servirá como mais um exemplo da complexidade das decisões técnicas no desporto.

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