Roger Schmidt manda bicada a um dos seus jogadores “Os problemas resolvem-se em campo, não se resolvem em reuniões e entrevistas”

A gestão do balneário do Benfica tem sido mais difícil? “Isso é normal, perfeitamente normal. Somos uma equipa profissional e essas questões surgem, é normal. Orientamos da melhor forma possível. Falamos sobre os assuntos quando surgem os problemas e conversamos com os jogadores e, no geral, todos mostraram uma boa atitude. Estou muito satisfeito com o caráter da equipa. Estou muito satisfeito por treinar esta equipa. Quando há problemas, temos de resolvê-los. Vou ler a entrevista do Kokçu, a primeira época num clube nem sempre é fácil, ele também teve dificuldades com uma lesão. Mas, tudo isso faz parte de conduzir uma equipa deste nível.”

Críticas dos adeptos e equipa em três frentes: “Primeiro, não tenho que reparar em tudo, nem quero reparar em tudo. Como disse, quando se treina o Benfica, somos alvo de críticas, é impossível fazer sempre tudo sem ser criticado. Reconheço também que há um grande apoio à equipa e a mim, eu faço parte da equipa. Eu não sou importante, o importante é a equipa. Quando estamos bem e ganhamos, todos ficam felizes. Quando não jogamos bem ou perdemos, é normal não ficarem satisfeitos. ”

O peso da comunicação social: “A comunicação social também gosta de chamar a atenção para os aspetos negativos do Benfica, focam-se muito nisso porque chama a atenção. Em momentos difíceis, sobretudo, os problemas resolvem-se em campo, não se resolvem em reuniões e entrevistas, mas em jogos. Com a minha experiência, isso é algo que não me afeta. Se queremos ganhar, temos que ter o apoio dos adeptos, estamos a dar tudo para o Benfica ser uma boa equipa. Não é bom dar demasiada atenção às coisas negativas. Não podem dizer que todos estão contra nós, mas as notícias negativas são as mais noticiadas, há muita negatividade no mundo e no futebol. Mas, isso não me afeta.”

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