Pinto da Costa deixa várias farpas a lenda Jorge Costa e Zubizarreta

Numa recente aparição pública em Penafiel, Pinto da Costa, o atual presidente do FC Porto, expressou sérias reservas relativamente às escolhas de André Villas-Boas para a futura estrutura do futebol profissional do clube, caso este vença as eleições agendadas para 27 de abril. As críticas incidiram particularmente sobre Andoni Zubizarreta, indicado como diretor desportivo na lista de Villas-Boas, e Jorge Costa, ex-capitão do clube.

Zubizarreta, que foi demitido anteriormente de cargos em clubes como Barcelona e Marselha, e que se encontra sem clube desde maio de 2020, foi o principal alvo das críticas de Pinto da Costa.

“Não compreendo bem que um indivíduo com este currículo, que está desempregado e que ninguém lhe pegou, como é que pode vir para o FC Porto num espírito de renovação. Não entendo”, afirmou o presidente, mostrando desconfiança na capacidade de renovação prometida pela candidatura adversária.

Jorge Costa, por sua vez, também foi mencionado nas declarações de Pinto da Costa, que lembrou o distanciamento do ex-jogador em relação ao clube.

“Seguiu a carreira de treinador. Naturalmente que não estava preparado, como não está certamente, para ser treinador do FC Porto. Andou por Olhão, pelo estrangeiro, por Viseu… Afastou-se do FC Porto e interrompeu a sua ligação como sócio. No ano passado recuperou as cotas de 14 anos, é sinal de que quer continuar ligado ao FC Porto”, comentou, salientando a complexidade de Jorge Costa assumir um papel relevante no clube neste momento.

Estas declarações de Pinto da Costa surgem num contexto de campanha eleitoral acirrada, onde cada escolha para a futura gestão é analisada minuciosamente. A postura crítica do atual presidente reflete as tensões e o escrutínio associados ao processo eleitoral no clube, com implicações significativas para o futuro imediato do FC Porto.

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