Foi tomada a decisão de prender o líder de torcida dos Super Dragões, Fernando Madureira

O Jornal de Notícias informa que Fernando Madureira permanecerá em prisão preventiva, conforme decidido pela juíza do Tribunal de Instrução Criminal do Porto após a reavaliação das medidas de coação no processo da Operação Pretoriano. Após três meses, não houve alterações nas medidas de coação para o líder da claque Super Dragões, nem para Hugo “Polaco”, que continuam detidos. Vítor Catão, por sua vez, permanece em prisão domiciliária.

Fernando Madureira e Hugo “Polaco” apresentaram recurso no Tribunal da Relação do Porto, em relação aos acontecimentos na última Assembleia Geral do FC Porto, datada de 13 de novembro. Os crimes em questão incluem ofensa à integridade física em eventos desportivos, coação, ameaça agravada, instigação pública a um crime, arremesso de objetos ou produtos líquidos, e atentado à liberdade de informação.

No desenrolar da Operação Pretoriano, o Tribunal de Instrução Criminal do Porto estabeleceu as medidas de coação para os 12 arguidos. Além de Fernando Madureira e Hugo “Polaco” em prisão preventiva, os restantes seis arguidos, como Sandra Madureira, Hugo Loureiro, Vítor “Aleixo”, Vítor Bruno Oliveira, Carlos “Jamaica” e José Pereira, não ficaram sujeitos a medidas privativas de liberdade. No entanto, têm restrições como proibição de contato entre si, exceto familiares diretos, e de entrada em recintos desportivos onde o FC Porto jogue. Também estão proibidos de aceder à sede dos Super Dragões e devem apresentar-se às autoridades em dias específicos e sempre que o FC Porto jogue.

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