FC Porto vai do susto à festa e junta-se ao Sporting na final da Taça no Jamor

O FC Porto carimbou, ao início da noite desta quarta-feira, o passaporte para a tão aguardada final da Taça de Portugal, graças ao triunfo conquistado na receção ao Vitória SC, por 3-1, que se seguiu ao outro, por 0-1, que já tinha assegurado, em Guimarães, há, precisamente, duas semanas.

Os dragões ainda passaram por um valente ‘susto’, visto que os vimaranenses conseguiram adiantar-se no marcador, ao segundo minuto, por intermédio de Afonso Freitas. No entanto, deram a volta, à ‘boleia’ dos golos de Mehdi Taremi e Francisco Conceição, que resolveram, de uma vez por todas, a eliminatória.

Que ‘sufoco’ é este?

Após a garantia matemática de que o título de campeão nacional já não seria possível, a pressão que se abateu sobre o estádio do Dragão foi palpável, e teve como consequência um jogo partido, de completo ‘sufoco’, com a sensação de que, a qualquer instante, qualquer coisa poderia acontecer.

E, logo ao segundo minuto, aconteceu mesmo. Após um lançamento de linha lateral realizado por Jota Silva, a defesa do FC Porto realizou uma ‘soneca’ coletiva, e deixou Nélson Oliveira assistir, de cabeça, para o golo de Afonso Freitas, que só teve de empurrar para a baliza à guarda de Cláudio Ramos.

A eliminatória estava empatada, e os homens de Sérgio Conceição viram-se obrigados a fazer pela vida. Instalaram-se, de imediato, no meio-campo adversário, e, ao 11.º minuto, ensaiaram o primeiro lance de perigo, quando Wenderson Galeno ‘bailou’ da ala esquerda para o centro e atirou rasteiro, para as mãos de Charles Silva.

O domínio era claro, e, ao 25.º minuto, traduziu-se em golo. Charles Silva derrubou Francisco Conceição, cometendo uma grande penalidade que toda a gente viu… menos Artur Soares Dias, que teve de recorrer ao VAR para apontar para a marca dos 11 metros, de onde Mehdi Taremi atirou a contar.

Ainda antes do apito para o intervalo, Pepe teve tudo para consumar a ‘cambalhota’ no marcador, mas, completamente solto no coração da grande área, cabeceou para uma defesa ‘gigante’ de Charles Silva. No entanto, em cima do apito para o intervalo, o brasileiro nada pôde fazer para desviar o remate certeiro de Francisco Conceição.

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