‘Cabala montada contra o Sporting?’ – Rúben Amorim responde

Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com a U. Leiria, a contar para os quartos de final da Taça de Portugal, Rúben Amorim reagiu ao inesperado adiamento do Famalicão-Sporting.

O técnico leonino fez questão de desvalorizar o sucedido.

“Já muito se falou sobre isso, nós queríamos muito jogar, atrasou-se a hora do jogo, houve reunião atrás de reunião, também foi dito que não era possível no dia seguinte… O que mudou foi o planeamento, porque fizemos um para um jogo que não houve. Isso mudou completamente. Focámos logo na Taça, temos de voltar às meias-finais. O foco, quando entrámos no autocarro, foi logo esse. Temos tudo a perder em Leiria. Queremos ganhar e é o que vamos fazer”, afirmou.

Amorim considera que este adiamento não muda nada, a não ser o planeamento.

“Nada, estamos a dois pontos do primeiros, queremos melhorar a nossa posição, vamos lidar jogo a jogo e faremos as contas no fim. Vai complicar o planeamento, mas vamos fazer os mesmos jogos que os adversários. O que mudou foi o planeamento“, referiu.

O treinador verde e branco assume que a ideia passava por jogar, independentemente da data.

“Devia ser uma zona privada… Nós, Sporting, dissemos: queremos jogar. E eu precisava de saber se ia haver jogo, porque os meus jogadores estavam a falar com outras pessoas, com jogadores do Famalicão… Queria era juntar os meus jogadores, acabar a brincadeira e ir para o jogo. Foi decidido nas reuniões, onde eu não estive. Queríamos era jogar, de manhã, à tarde, no dia a seguir: porque não temos calendário, porque queremos ganhar os nossos jogos e porque estamos num bom momento. Sempre estivemos dispostos a jogar. Éramos os principais interessados em haver jogo“, disse.

Questionado sobre se se tratou de uma cabala montada contra o Sporting, Amorim discordou de tal tese.

“O meu foco é passar à frente. Não houve jogo, não sei quando vai ser, espero que seja bem mais para a frente, mas é normal que as pessoas pensem nisso por ter sido o único, mas eu não penso assim. Acho bem que os polícias lutem pelos seus direitos, mas as pessoas olham muito para isso e isso causa estranheza. Foi o primeiro jogo e depois prepararam-se os seguintes. Mas ali, Sporting, Famalicão e Liga quiseram jogar. Não aconteceu, vai acontecer mais para a frente. Não vai haver nenhum problema“, concluiu.

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